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	<title>MondoPost &#187; Militarismo</title>
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	<description>Relações Internacionais de verdade!</description>
	<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 20:52:23 +0000</pubDate>
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		<title>Especialistas alemães veem com ceticismo cooperação militar Brasil-França</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 23:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrique Villalobos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>

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O presidente francês, Nicolas Sarkozy, chega ao Brasil nesta segunda-feira (07/09) para, entre outros compromissos, ratificar um acordo de cooperação militar com o Brasil. A parceria prevê a fabricação de 50 helicópteros, a construção em série de quatro submarinos convencionais, além do desenvolvimento do primeiro submarino brasileiro de propulsão nuclear.
Também estão previstos investimentos em instalações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1389" title="french_ssbn_submarine" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/09/french_ssbn_submarine.jpg" alt="french_ssbn_submarine" width="540" height="195" /></p>
<p>O presidente francês, Nicolas Sarkozy, chega ao Brasil nesta segunda-feira (07/09) para, entre outros compromissos, ratificar um acordo de cooperação militar com o Brasil. A parceria prevê a fabricação de 50 helicópteros, a construção em série de quatro submarinos convencionais, além do desenvolvimento do primeiro submarino brasileiro de propulsão nuclear.</p>
<p>Também estão previstos investimentos em instalações industriais e portuárias. A propulsão nuclear será desenvolvida pelo Brasil, o know-how nuclear explicitamente não faz parte do acordo. O projeto vai custar ao governo brasileiro cerca de 8,6 bilhões de euros e será financiado, em parte, através de empréstimo feito por um consórcio de seis bancos europeus.</p>
<p>A parceria estratégica de defesa entre os dois países foi estabelecida durante a visita de Sarkozy ao Brasil em dezembro passado. A colaboração militar poderá ainda incluir a compra de 36 caças franceses. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recentemente havia dito que também poderiam ser feitos negócios envolvendo aviões militares, pois a França ofereceria uma ampla transferência de tecnologia.</p>
<p><strong>Investimento vale a pena?</strong></p>
<p>Especialistas alemães da área de defesa veem a cooperação militar com ceticismo. Na opinião deles, o tratado de custo bilionário, que renovará o arsenal militar brasileiro, pode contribuir para impulsionar uma corrida armamentista dentro do continente latino-americano sem, entretanto, trazer os benefícios esperados pelo governo brasileiro.</p>
<p>“Não estou muito certo se o Brasil realmente conseguirá a transferência tecnológica almejada com esse acordo”, comenta o jornalista Otfried Nassauer, diretor do Centro de Informação Berlinense para Segurança Transatlântica (BITS, na sigla em alemão).</p>
<p>Ele avalia que há uma considerável chance de o projeto brasileiro do submarino nuclear ter resultados aquém do esperado. “Não é possível hoje saber se esse projeto realmente terá o sucesso desejado do ponto de vista tecnológico e se ele dará ao Brasil uma vantagem militar em relação a outros países. Um projeto tão ambicioso também pode fracassar”, afirma.</p>
<p>Nassauer não acha que a atual cooperação com a França seja motivo de apreensão para as nações vizinhas ao Brasil, devido ao bom relacionamento entre os atuais governos do continente. Entretanto, sua opinião é que o dinheiro seria mais bem empregado em outros setores.</p>
<p>“A pergunta que o governo Lula deve se fazer é se os investimentos não são muito altos e se é o caso de investir tanto dinheiro no próprio status político e militar”, questiona Nassauer. “Há muitos outros setores da sociedade e da economia nos quais, com os mesmos recursos, provavelmente se obteria bem mais postos de trabalho e possivelmente até maior transferência de tecnologia. Tecnologia militar é sempre mais cara do que a tecnologia civil”, acrescenta o jornalista.</p>
<p><strong>Hegemonia regional</strong></p>
<p>O cientista político Daniel Flemes, especialista em políticas de segurança do Instituto Alemão para Estudos Globais e Regionais (Giga), de Hamburgo, avalia que a cooperação com a França pode enfraquecer a cooperação com os vizinhos latino-americanos e provocar uma competição regional por armamentos.</p>
<p>“O fato de o Brasil estar procurando parceiros fora da América Latina em busca de know-how tecnológico pode provocar uma corrida armamentista no continente e pode ser um entrave para uma maior colaboração com os países vizinhos no setor de defesa”, alerta Flemes.</p>
<p>Ele lembra que o acordo é apenas mais um passo do Brasil não só para confirmar sua posição como líder regional, mas também para pavimentar o caminho rumo ao tão sonhado status de grande potência. “O país se esforça para sublinhar sua hegemonia regional não somente na área econômica e política, como também militar. E, ao mesmo tempo, procura consolidar sua posição de potência emergente num contexto mais amplo”, explica Flemes.</p>
<p>Para o analista, este é um passo compreensível, lembrando os esforços dos países próximos na ampliação do poderio militar. “Alguns países vizinhos ao Brasil também estão se empenhando na modernização de seu aparato militar. A Venezuela gastou, nos últimos quatro a cinco anos, 4 bilhões de euros em importações de armamentos da Rússia, enquanto o Chile também vem investindo pesadamente em armamentos nos últimos anos”, ressalta Flemes.</p>
<p>“O Brasil não está sozinho”, resume o cientista político, ao lembrar que a soma de gastos com armamentos dos países sul-americanos mais que duplicou nos últimos cinco anos.</p>
<p><strong>Alemanha não tem experiência</strong></p>
<p>O ministro brasileiro da Defesa, Nelson Jobim, justifica a escolha afirmando que os franceses foram os únicos que se dispuseram a transferir tecnologia para o Brasil. Além do mais, a Alemanha, que também havia sido consultada, não teria experiência com a construção de submarinos nucleares.</p>
<p>&#8220;Isso é correto. A Alemanha nunca construiu um submarino com propulsão nuclear. E também nunca construiu um submarino tão grande que comporte um reator nuclear. Os submarinos alemães são significativamente menores&#8221;, diz Nassauer.</p>
<p>Autor: <a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4637843,00.html?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf" target="_blank">Marcio Damasceno</a></p>
<p>Revisão: Roselaine Wandscheer</p>
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		<title>Estratégias da Força e da Diplomacia</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 18:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Eduardo Santos Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

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Na eminência de um conflito regional, de uma guerra ou de qualquer evento que possa vir ameaçar a segurança de um Estado, diversos componentes das Relações Internacionais são trazidos à tona. A intenção deste artigo visa mostrar aos leitores que desconhecem tais componentes, alguns dos principais pontos que se tornam prioritários para um ator internacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1259" title="army-men" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/07/army-men.jpg" alt="army-men" width="540" height="195" /></p>
<p>Na eminência de um conflito regional, de uma guerra ou de qualquer evento que possa vir ameaçar a segurança de um Estado, diversos componentes das Relações Internacionais são trazidos à tona. A intenção deste artigo visa mostrar aos leitores que desconhecem tais componentes, alguns dos principais pontos que se tornam prioritários para um ator internacional no que concerne à sua segurança enquanto soberano perante o sistema internacional. Algo que deve ser dito é que no campo das Relações Internacionais, muitas das vezes as temáticas que o cercam divergem-se de tal forma que as esferas de competências se misturam. Analistas de Relações Internacionais, analistas de Segurança Internacional, militares e estrategistas ilustram a distribuição de poder tão comentada no ambiente internacional.</p>
<p>Com base no famoso militar prussiano <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Carl_von_Clausewitz" target="_blank">Carl Von Clausewitz</a> (1780-1831) o fenômeno da guerra é composto por três elementos: o político, o tático e o estratégico. Para Clausewitz, o elemento da política se caracteriza pelas considerações e decisões relativas à guerra, e aos seus propósitos políticos, ou seja, como usar a guerra ou não para atingir determinado objetivo político. O elemento da tática trata das considerações no que diz respeito ao emprego do uso da força (física e moral). Por fim, o elemento estratégico trata daquilo que é relativo aos meios utilizados para a produção dos objetivos específicos de um determinado conflito. Através destes elementos podemos aplicá-los nos combates passados e atuais para poder compreender melhor a doutrina de pensamento de cada Estado e assim perceber as diferenças das escolas de guerra e suas respectivas maneiras de conduzir um Estado durante um conflito.</p>
<p>Estamos no ano de 2009 e a prática do uso da força se faz cada vez mais presente no cenário internacional. Conflitos no oriente médio, em territórios asiáticos e em regiões da américa central nos faz voltar à teorias passadas das Relações Internacionais para compreender a dinâmica desse fenômeno. De acordo com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Schelling" target="_blank">Thomas Schelling</a> (1966) nas suas obras <em>Strategy of Conflitc</em> e <em>Arms and Influence</em>, a distinção entre diplomacia e força não é somente quanto aos instrumentos, palavras e munições, mas na relação entre adversários – na interação dos motivos e no papel da comunicação, entendimentos, compromissos e constrangimentos. Na diplomacia cada um controla parte do que o outro quer e pode conseguir mais por compromissos, trocas, ou colaborações mais do que tomando e ignorando o desejo do outro. O que se deve entender é que existem diferenças entre tomar o que se quer e fazer alguém dar a você o que você deseja. A pura ambição de fazer uso da força militar evidencia muitas das vezes que o desejo está mais para ferir o adversário do que atingir os reais interesses. O uso da violência na guerra pode ser deixado para trás. Ao mostrar ameaças e não deixando alternativas para um caminho um Estado deixa de lado todo um poder que poderia ser usado: A Coerção. A coerção por ameaça de violência também requer que os nossos interesses e do oponente não sejam absolutamente antagônicos. O ato do uso da coerção requer, por sua vez, encontrar uma barganha, mostrar o que é melhor fazer e o que queremos, ao invés de não fazer enquanto o adversário leva em consideração o uso da penalidade. Para Thomas Schelling a guerra parece ser mais do que um teste de força, teste de resistência, nervo, obstinação e dor. A força bruta existe somente quando não há colaboração, e a violência é mais bem sucedida quando é ameaça e não quando é usada. Devemos entender que a violência pura, violência não militar parece mais auspiciosa na relação entre países não iguais, onde não há nenhum desafio substancial e o resultado do engajamento militar não é a questão principal.</p>
<p>As atuais ameaças norte-coreanas de armas nucleares ilustram um ponto muito importante na temática das Relações Internacionais. Na verdade, essas ações de testes de mísseis por parte da Coreia do Norte não diferem - no que diz respeito à dinâmica de um conflito – das ações de Estados que procuraram trazer à tona o poder militar de seu território e o desejo de mostrar este poder frente aos outros Estados no cenário internacional em épocas passadas. É interessante questionar, portanto, qual a diferença entre uma arma de grande potência nuclear e uma baioneta da primeira guerra mundial? A única diferença clara está no número de pessoas que elas podem eventualmente matar e na velocidade que isso pode ocorrer. As armas nucleares podem tornar possível um desencadeamento de uma violência monstruosa ao inimigo sem atingir primeiro a vitória. Após a existência de duas grandes guerras, com as armas nucleares e os meios de render-se é possível penetrar no território inimigo sem mesmo colapsar sua força militar. Desta forma, as armas nucleares ameaçam transformar a guerra em algo menos militar, levando-nos a conclusão de que ao invés de destruir as forças inimigas como prelúdio para impor sua vontade sobre a nação inimiga, destrói-se a nação como meio ou um prelúdio para destruir as forças do inimigo. Onde em épocas anteriores os nãocombatentes eram considerados como não sendo alvos, hoje tal fenômeno da guerra e da armas nucleares podem levar esses não-combatentes a serem alvos para se alcançar um determinado fim político.</p>
<p>Portanto, a guerra e ameaça da guerra devem ser vistas como meios de influência e não de destruição. E assim, o melhor caminho em uma dinâmica de conflito, é mostrar alternativas e caminhos que levam para o uso da diplomacia da barganha, do que fazer uso da estratégia militar em um sentido estritamente da diplomacia da violência.</p>
<p><em>Imagem: <a href="http://www.sxc.hu/photo/513220" target="_blank">Fonte</a>.</em></p>
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		<title>O perigo é a bomba do Paquistão</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 22:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrique Villalobos</dc:creator>
		
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Não é exagero dizer que a chamada Comunidade Internacional mais uma vez fracassou em impôr o respeito à lei internacional. A Coreia do Norte amedronta com suas ameaças por ter a bomba atômica. O engajamento diplomático não dá resultados. O Irã ignora todas as iniciativas visando convencê-lo a desistir de sua aparente determinação de se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/06/sign.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1083" title="sign" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/06/sign.jpg" alt="sign" width="540" height="195" /></a></p>
<p><strong>Não é exagero dizer que a chamada Comunidade Internacional mais uma vez fracassou em impôr o respeito à lei internacional. A Coreia do Norte amedronta com suas ameaças por ter a bomba atômica. O engajamento diplomático não dá resultados. O Irã ignora todas as iniciativas visando convencê-lo a desistir de sua aparente determinação de se transformar em potência nuclear e ser o maior poder na região. Segundo foi noticiado, Mubarak, presidente do Egito, disse que Teerã quer engolir o mundo árabe.</strong></p>
<p>Além de xiita, seita oposta à sunita que é a maioria dos muçulmanos, o Irã é um país persa. Os árabes são semitas. Obama assumiu em público que negociaria com qualquer iraniano que vencesse as eleições. Ele pode ter sido mal informado.</p>
<p>A reação do governo dos aiatolás contra as manifestações de rua pela anunciada reeleição do atual presidente, Ahmadinejad, vem sendo de extrema violência. Obama levantou sua voz em protesto. Mas a posse deverá ser no fim de julho ou princípio de agosto. Com ele, os americanos vão retomar o diálogo até agora fracassado. O iraniano reeleito vinha virando herói da massa árabe que admira quem desafia o mundo e, principalmente, Washington.</p>
<p>Acho graça quando comentaristas, principalmente americanos, dizem que o grande discurso de Obama no Cairo enfraqueceu o antiamericanismo. Criou sim, certas expectativas nas chamadas classes dirigentes: lideranças políticas, empresariais, setores da intelectualidade secular. Para a massa nada mudou. Talvez poucos tenham conhecimento da visita do presidente americano. Palavras é o que mais escutam. Admiram os movimentos radicais que lutam pela imposição da lei muçulmana, a Shaaria, que fala e promete igualdade. A maioria vive na miséria.</p>
<p>O presidente iraniano tem vasto prestígio. É provável que as maiorias tenham aceitado a versão de manifestações populares, inspiradas pelos americanos e israelenses. Não é grande o acesso a televisão ou a informações de origem estrangeira. Se os americanos retomarem tentativas diálogo estarão provando que Ahmadinejad tem razão em sua orientação anti-ocidental e ódio à Israel. Vale a força.</p>
<p>Há um consenso no Irã sobre a bomba atômica e o poder. A revolta reflete um conflito interno. A Comunidade Internacional - Estados Unidos e Europa - demorou a protestar contra a violência. Foi surpreendida. Não sabia o que fazer. Existem as mais diversas especulações sobre quando a bomba iraniana fará sua estreia. E se Obama vai conseguir comprar uma mudança de rumo o que não se conseguiu em anos. Mas vai prestigiar o governo iraniano.</p>
<p>O paradoxal é que o perigo mais imediato não está sendo divulgado. A ameaça maior no momento é o arsenal atômico paquistanês. O Taleban, a Al Qaeda e, ainda, versões de que o próprio Osama bin Laden, estão dentro do Paquistão. É notória a ambição dos movimentos terroristas de ganharem acesso às armas de destruição em massa. As químicas, as biológicas, as nucleares.</p>
<p>John Murtha, deputado americano e presidente do poderoso subcomitê da Câmara dos Deputados, cometeu o que pode ser uma indiscrição. Ele levanta como possível a hipótese do governo paquistanês perder o controle do seu arsenal nuclear. E que então “seria absolutamente essencial que intervenhamos militarmente”. E que “é o que sugeriria”.</p>
<p>Estima-se, de acordo com a <a href="http://www.globalsecuritynewswire.org/" target="_blank">Global Security Newswire</a> do dia 24/4 e 12/5, que o Paquistão tenha o bastante para montar 60 bombas. O porta-voz do Pentágono, o Departamento de Defesa, é citado como tendo declarado que os Estados Unidos confiam na capacidade paquistanesa de defender seu arsenal. Murtha com 19 mandatos de deputado em sua carreira, ou 38 anos, é cético quanto a isto. O Paquistão tem 170 milhões de habitantes, é um país muçulmano com fronteira com o Afeganistão.</p>
<p>Além disso, como aliado dos americanos, o Paquistão não aceitaria se quer uma insinuação de falta de confiança de Washington. Mas que existe o arsenal, existe. As forças paquistanesas estão em combate com a Al Qaeda e o Taleban. E não há informações de que estão vencendo.</p>
<p>Por <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/nahum/2009/06/24/o+perigo+e+a+bomba+do+paquistao+6936920.html" target="_blank">Nahum Sirotsky</a>, correspondente iG em Israel.</p>
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		<title>Coreia do Norte ameaça construir armas nucleares após punição</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/06/14/coreia-do-norte-ameaca-construir-armas-nucleares-apos-punicao/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 13:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Marquine</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Militarismo]]></category>

		<category><![CDATA[Ásia-Pacífico]]></category>

		<category><![CDATA[armas nucleares]]></category>

		<category><![CDATA[Coreia do Norte]]></category>

		<category><![CDATA[onu]]></category>

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Pyongyang diz que bloqueio de armas imposto pelo Conselho de Segurança da ONU é ato de guerra do Ocidente.
A Coreia do Norte disse neste sábado que &#8220;nunca&#8221; abandonará seu programa nuclear e ameaçou iniciar uma operação militar, um dia depois de o Conselho de Segurança da ONU autorizar a inspeção de navios suspeitos de levar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/06/northkorea.jpg" alt="" width="540" height="195" /><br />
Pyongyang diz que bloqueio de armas imposto pelo Conselho de Segurança da ONU é ato de guerra do Ocidente.</p>
<p>A Coreia do Norte disse neste sábado que &#8220;nunca&#8221; abandonará seu programa nuclear e ameaçou iniciar uma operação militar, um dia depois de o <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,onu-aprova-endurecimento-das-sancoes-contra-coreia-do-norte,386394,0.htm">Conselho de Segurança da ONU autorizar a inspeção de navios suspeitos de levar armas para o regime comunista</a>.</p>
<p>O Ministério de Assuntos Exteriores de Pyongyang afirmou que usará o plutônio que armazena para construir armas nucleares. O regime de Kim Jong-il advertiu ainda que &#8220;responderá de forma militar&#8221; se os Estados Unidos e outros países realizarem um &#8220;bloqueio&#8221; de seus navios, pois o considerará &#8220;um ato de guerra&#8221;, informou a agência estatal norte-coreana &#8220;KCNA&#8221;.</p>
<p>Uma resolução aprovada ontem pelo Conselho de Segurança da ONU amplia o embargo de armas e o bloqueio de ativos norte-coreanos, e autoriza a inspeção de navios e aviões suspeitos de transportar mísseis ou armamento nuclear para Pyongyang.</p>
<p>A tensão sobre a Coreia do Norte cresceu muito desde o dia 5 de abril, quando o país disparou um foguete de longo alcance. Em seguida, em 25 de maio, o regime comunista realizou seu segundo teste nuclear e lançou vários mísseis de curto alcance, em desafio às advertências de países como EUA, Japão e Coreia do Sul.</p>
<p>Esse teste nuclear foi punido ontem com a nova resolução da ONU que inclui sanções mais pesadas contra o regime comunista. O texto foi aprovado com o apoio da China, principal aliado da Coreia do Norte e que hoje, mediante seu porta-voz de Exteriores, o qualificou como uma mostra &#8220;da oposição comum da comunidade internacional ao teste nuclear da Coreia do Norte&#8221;.</p>
<p>Os governos de Japão e Coreia do Sul aplaudiram hoje a nova resolução do Conselho de Segurança e se comprometeram a aplicá-la imediatamente. &#8220;Queremos que a Coreia do Norte leve a sério a clara mensagem da comunidade internacional na resolução&#8221;, disse o primeiro-ministro japonês, Taro Aso.</p>
<p>Já &#8220;o governo sul-coreano pede que a Coreia do Norte aceite esta clara e decidida mensagem da comunidade internacional, para que desmantele totalmente seu programa nuclear e paralise toda a atividade relacionada a mísseis balísticos&#8221;, disse o porta-voz do Ministério de Exteriores sul-coreano.</p>
<p>No entanto, as resoluções da ONU não conseguiram até agora acabar com as ambições nucleares do regime norte-coreano, que até agora negava ter um programa de enriquecimento de urânio, como suspeitavam os Estados Unidos, mas admitia avanços para extrair plutônio para construir armas nucleares.</p>
<p>Via <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,coreia-do-norte-ameaca-construir-armas-nucleares-apos-punicao,386693,0.htm">Estadão</a>.<br />
Imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/mytripsmypics/2525051338/">fonte</a>.</p>
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		<item>
		<title>Em meio à crise com a Coreia do Norte, EUA enviam caças para o Japão</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/05/30/em-meio-a-crise-com-a-coreia-do-norte-eua-enviam-cacas-para-o-japao/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 20:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrique Villalobos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[América do Norte]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana em que a Coreia do Norte fez testes nucleares, os Estados Unidos decidiram reforçar a sua presença no Pacífico com o envio de 12 caças F-22 Raptors ao Japão.
Os primeiros aviões militares, que decolaram do estado americano da Virgínia, chegaram nesse sábado (30) à base aérea de Kadena, na província japonesa de Okinawa.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana em que a Coreia do Norte fez testes nucleares, os Estados Unidos decidiram reforçar a sua presença no Pacífico com o envio de 12 caças F-22 Raptors ao Japão.</p>
<p>Os primeiros aviões militares, que decolaram do estado americano da Virgínia, chegaram nesse sábado (30) à base aérea de Kadena, na província japonesa de Okinawa.</p>
<div id="attachment_807" class="wp-caption alignnone" style="width: 486px"><a href="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/f22-raptor.jpg"><img class="size-full wp-image-807" title="f22-raptor" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/f22-raptor.jpg" alt="Aviões F-22 Raptor chegam à base de Okinawa, no Japão (Foto: Yuriko Nakao/Reuters)" width="476" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">Aviões F-22 Raptor chegam à base de Okinawa, no Japão (Foto: Yuriko Nakao/Reuters)</p></div>
<p>O envio dos caças supersônicos acontece em meio à escalada de tensão na região, onde a Coreia do Norte lançou vários mísseis nas últimas semanas.</p>
<p>Segundo fontes do Departamento de Defesa, os aviões que partiram em direção ao Japão fazem parte dos dois esquadrões que a Força Aérea americana montou nos últimos quatro meses com objetivo de reforçar a segurança no Pacífico Ocidental.</p>
<p>A agência de notícias Reuters informou ainda que o envio dos aviões foram acertados após uma conversa telefônica entre o presidente dos Estados Unidos Barack Obama e o premiê japonês Taro Aso.</p>
<p>Mais cedo, ainda nesse sábado, em Cingapura, o secretário de Defesa americano, Robert Gates, afirmou que os EUA responderão &#8220;rapidamente&#8221; se as ambições nucleares da Coreia do Norte ameaçarem o país ou seus aliados na Ásia.</p>
<p>&#8220;Não ficaremos parados&#8221; enquanto a Coreia do Norte desenvolve capacidade para semear a destruição, disse Gates numa conferência asiática sobre segurança.</p>
<div id="attachment_806" class="wp-caption alignnone" style="width: 486px"><a href="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/f22-raptor-2.jpg"><img class="size-full wp-image-806" title="f22-raptor-2" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/f22-raptor-2.jpg" alt="F-22 sobrevoa a base americana em Okinawa, no Japão (Foto: Yuriko Nakao/Reuters)" width="476" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">F-22 sobrevoa a base americana em Okinawa, no Japão (Foto: Yuriko Nakao/Reuters)</p></div>
<p><strong>Rússia engrossa lista</strong></p>
<p>Após a China pedir cabeça fria nas decisões, o presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, e o primeiro-ministro do Japão disseram neste sábado (30) que os testes nucleares da Coreia do Norte exigem &#8220;a mais séria reação&#8221;.</p>
<p>A declaração dos dois líderes aparece na nota da assessoria de imprensa do Kremlin que resume a conversa telefônica que ambos tiveram nesse sábado por iniciativa do premiê japonês.</p>
<p>&#8220;As partes foram unânimes na necessidade de reagir da maneira mais séria a essas ações (norte-coreanas), que representam um desafio ao sistema de segurança internacional&#8221;, diz o comunicado.</p>
<p>Os dois líderes também se dispuseram a &#8220;coordenar a elaboração das medidas adequadas à situação criada e orientadas à sua solução, as quais serão incorporadas à nova resolução do Conselho de Segurança&#8221; da ONU, informou o Kremlin.</p>
<p>Aso e Medvedev conversaram ainda sobre temas de interesse bilateral. Neste contexto, o presidente russo ressaltou a importância de ambos &#8220;se absterem de fazer declarações públicas sobre os problemas espinhosos&#8221; nas relações entre os dois países.</p>
<p>O premiê japonês, segundo o Kremlin, &#8220;acolheu com compreensão&#8221; esta observação de seu interlocutor.</p>
<p>Via <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1176803-5602,00-EM+MEIO+A+CRISE+COM+A+COREIA+DO+NORTE+EUA+ENVIAM+CACAS+PARA+O+JAPAO.html" target="_blank">G1</a>.</p>
<img src="http://www.mondopost.com.br/?ak_action=api_record_view&id=804&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>As ONGs do terror</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/05/30/as-ongs-do-terror/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 16:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. X</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

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Um interessante artigo na ótima Dicta &#38; Contradicta sobre o terrorismo e sua relação com um certo tipo de mentalidade termina com um link para um outro artigo de um certo Jakub Grygiel que fala sobre uma modificação curiosa que ocorreu nos últimos tempos: grupos armados que, ao contrário do que ocorreu ao longo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/duck-and-cover.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-799" title="duck-and-cover" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/duck-and-cover.jpg" alt="duck-and-cover" width="540" height="195" /></a></p>
<p>Um interessante <a href="http://www.dicta.com.br/o-eterno-retorno-do-mito/" target="_blank">artigo</a> na ótima <strong>Dicta &amp; Contradicta</strong> sobre o terrorismo e sua relação com um certo tipo de mentalidade termina com um link para um outro <a href="http://www.hoover.org/publications/policyreview/41708942.html" target="_blank">artigo</a> de um certo Jakub Grygiel que fala sobre uma modificação curiosa que ocorreu nos últimos tempos: grupos armados que, ao contrário do que ocorreu ao longo da maior parte da História, não buscam o poder estatal mas, ao contrário, preferem não tomar o poder.</p>
<p>Os exemplos mais claros são o <a href="http://www.cfr.org/publication/8968/" target="_blank">Hamas</a> e o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hezbollah" target="_blank">Hezbollah</a>, grupos que, embora estejam ligados a certos povos e/ou governos, preferem abster-se de tomar completamente o poder e assumir as funções estatais. Alguém dirá que os terroristas do Hamas governam Gaza. Pode ser, mas: a) governam como a cara deles; b) isso é irrelevante, já que Gaza não tem economia própria e eles são sustentados por instituições internacionais; c) Poderiam, mas não declaram a independência política de Gaza. Já o Hezbollah, embora influa cada vez mais na política do Líbano, prefere não assumir o comando diretamente, agindo como um Estado dentro do Estado.</p>
<p>Embora o Islã seja o principal usuário desse novo sistema - lembrem também da Al-Qaeda, que nem país-base tem, podendo operar em qualquer lugar - essa nova realidade pode ser observada fora da jihad. Situação algo parecida pode ser vista nas favelas cariocas, onde os grupos traficantes tem um poder de fato sobre a população local, mas ao mesmo tempo não suplantam totalmente os papéis do Estado, convivendo lado a lado com ele.</p>
<p>Some-se isso a globalização e a propagação de tecnologia que permitiu que um punhado de indivíduos possam efetivamente se tornar uma ameaça a vários países: os atentados de 9/11 e de Mumbai custaram relativamente pouco e não exigiram mais do que algumas dezenas de pessoas para a sua realização. Hoje, armas biológicas e nucleares podem estar ao alcance de grupos não-estatais com o dinheiro e os contatos suficientes.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as elites progressistas mundiais preparam-se, se não para organizar um governo mundial como temem <a href="http://olavodecarvalho.org/semana/090525dc.html" target="_blank">alguns</a>, ao menos para erodir lentamente as nações tradicionais, através da imigração ilegal ilimitada (diluição de fronteiras étnicas e culturais), órgãos supra-estatais como a União Européia (diluição de fronteiras físicas e da soberania estatal de cada país), etc.</p>
<p>O que significa tudo isso? Não sei muito bem. Talvez estejamos assistindo ao <a href="http://www.mises.org/story/527" target="_blank">fim do Estado-Nação</a>. Mas o que virá a seguir?</p>
<p>Via <a href="http://blogdomrx.blogspot.com/2009/05/as-ongs-do-terror.html" target="_blank">Blog do Mr. X</a>.</p>
<p><em>Imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/jurvetson/2313351681/" target="_blank">Surviving Nuclear Terrorism</a>.</em></p>
<img src="http://www.mondopost.com.br/?ak_action=api_record_view&id=798&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Tropas da Coreia do Sul e dos EUA elevam nível de alerta</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/05/28/tropas-da-coreia-do-sul-e-dos-eua-elevam-nivel-de-alerta/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 19:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Marquine</dc:creator>
		
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Tropas americanas e sul-coreanas aumentaram o nível de alerta um dia depois de a Coreia do Norte anunciar o rompimento do armistício que pôs fim à Guerra da Coreia, em 1953. Segundo porta-voz do ministério da Defesa sul-coreano, Won Tae-Jae, o nível de alerta será elevado de 3 para 2 nesta quinta-feira, 28, em uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/usaf.jpg" alt="" width="540" height="195" /></p>
<p>Tropas americanas e sul-coreanas aumentaram o nível de alerta um dia depois de a Coreia do Norte anunciar o rompimento do armistício que pôs fim à Guerra da Coreia, em 1953. Segundo porta-voz do ministério da Defesa sul-coreano, Won Tae-Jae, o nível de alerta será elevado de 3 para 2 nesta quinta-feira, 28, em uma escala decrescente de 5 a 1. A última vez em que o país aumentou seu nível de alerta foi em outubro de 2006, quando a Coreia do Norte realizou seu primeiro teste nuclear.</p>
<p>Há três dias a Coreia do Norte realizou um teste nuclear subterrâneo, seguido por lançamentos de mísseis de curto alcance no Mar do Japão, lançar vários mísseis de curto alcance e ameaçar com um possível ataque militar contra Seul, por seu apoio a uma campanha contra o tráfico de armas de destruição em massa liderada pelos EUA. Segundo a BBC, até agora não há relatos de que o governo comunista esteja mobilizando tropas dentro do país. Ainda assim, o ministério da Defesa em Seul insiste que a vigilância sobre o norte será aumentada, com &#8220;maior mobilização de aeronaves para curtos voos de vigilância, e pessoal&#8221;.</p>
<p>Na quarta-feira a Coreia do Norte justificou o rompimento do armistício como resposta ao anúncio do vizinho do sul, que, no dia anterior, havia decidido aderir a um programa liderado pelos Estados Unidos que prevê a vistoria de navios suspeitos de transportar armas de destruição em massa. &#8220;Qualquer ação hostil contra nossos navios pacíficos, inclusive com busca e confisco (de material) será considerada uma violação imperdoável da nossa soberania e nós vamos responder imediatamente com um poderoso ataque militar&#8221;, disse um porta-voz do Exército norte-coreano, de acordo com a agência de notícias oficial do país KCNA. A Iniciativa de Segurança contra a Proliferação (PSI, na sigla em inglês), é um programa criado durante o governo do ex-presidente americano George W. Bush para impedir o tráfico mundial deste tipo de arma.</p>
<p>A Coreia do Norte disse que não se vê mais obrigada a cumprir o armistício que pôs fim à Guerra da Coreia em 1953, e que &#8220;a península coreana vai retornar ao estado de guerra&#8221;. O Conselho de Segurança da ONU, juntamente com o Japão e a Coreia do Sul, condenou os testes norte-coreanos e está elaborando uma dura resolução para punir os testes realizados por Pyongyang. Segundo fontes diplomáticas, as prováveis sanções incluem ações como um embargo mais amplo de armas, o congelamento de fundos pessoais e empresas norte-coreanas no exterior e restrições às operações bancárias e financeiras do país.</p>
<p>O primeiro teste nuclear da Coreia do Norte ocorreu em outubro de 2006 e envolveu a explosão de um artefato com potência estimada de 6 quilotons - o equivalente a 6 mil toneladas de dinamite. O teste de segunda-feira indica avanço no poderio militar do regime chefiado por Kim Jong-il. Segundo estimativa do Ministério da Defesa russo, a bomba teve uma potência entre 10 e 20 quilotons. No maior patamar, ela seria comparável à que os americanos jogaram nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki em 1945.</p>
<p>Corrida por mísseis</p>
<p>O teste de segunda-feira - o segundo feito pela Coreia do Norte nos últimos três anos - ocorreu após o regime ter disparado, em abril, um míssil de longo alcance que sobrevoou o norte do Japão (segundo Pyongyang, tratou-se de um foguete para lançar um satélite de comunicação). O lançamento trazia uma clara mensagem: a Coreia do Norte está desenvolvendo uma arma nuclear e os meios para levá-la até um alvo determinado. Mas analistas dizem que esses gestos são defensivos, uma vez que seus vizinhos já se encontram protegidos pelo poder de dissuasão dos EUA.</p>
<p>&#8220;Os obstáculos para o desenvolvimento de armas nucleares são extremamente difíceis de superar e tanto Coreia do Sul quanto Japão se encontram protegidos pelo alcance atômico dos Estados Unidos. Assim, o risco de eles conseguirem desenvolver armamento nuclear é pequeno&#8221;, disse Shi Yinhong, especialista em segurança internacional da Universidade Renmin, de Pequim.</p>
<p>&#8220;No fim das contas, o que a Coreia do Norte vai conseguir com o poderio nuclear?&#8221;, perguntou Brad Glosserman, membro do centro de estudos estratégicos Pacific Forum, com sede no Havaí. &#8220;O país vai aumentar seu poder de dissuasão. Isso permitirá a eles dizer, &#8216;vocês não podem vir atrás de nós&#8217;. Mas não vejo como a Coreia do Norte possa usar essa capacidade para extorquir coisa alguma. O número de armas à sua disposição é limitado, e o país deve saber que, se as usar, será o fim do jogo.&#8221;</p>
<p>&#8220;O risco de proliferação mais tangível no momento diz respeito aos mísseis. Se a Coreia do Norte insistir nos seus testes, é provável que Japão e Coreia do Sul acelerem o desenvolvimento da sua tecnologia de mísseis&#8221;, acrescentou Shi. &#8220;Numa corrida armamentista, os mísseis representariam um risco muito maior do que as armas nucleares&#8221;, disse ele.</p>
<p>O mais inquieto dos vizinhos da Coreia do Norte é provavelmente o Japão, que rapidamente pressionou o Conselho de Segurança da ONU a agir contra o teste norte-coreano. Analistas dizem que essa ansiedade é justificada. Uma série de fatores, desde a colonização japonesa da Península da Coreia entre 1910-1945 até o sequestro de cidadãos japoneses por forças norte-coreanas nas décadas de 1970 e 1980, produziu uma relação turbulenta entre os dois países.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,tropas-da-coreia-do-sul-e-dos-eua-elevam-nivel-de-alerta,378259,0.htm">Estadão</a>.</p>
<img src="http://www.mondopost.com.br/?ak_action=api_record_view&id=740&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>E agora Obama?</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/05/25/e-agora-obama/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 19:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. X</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[América do Norte]]></category>

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Agora ferrou de vez. A Coreia do Norte realizou um novo teste nuclear, enquanto o Irã rejeitou a proposta de diálogo americana e ainda desafiou Obama para uma luta na lama, digo, um debate na ONU, transmitido ao vivo para o mundo&#8230;
(Há quem suspeite, aliás, que o teste nuclear na Coreia foi de uma bomba [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/obama.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-687" title="obama" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/obama.jpg" alt="obama" width="540" height="195" /></a></p>
<p>Agora ferrou de vez. A Coreia do Norte <a href="http://pajamasmedia.com/richardfernandez/2009/05/25/north-korea-sends-a-message/" target="_blank">realizou</a> um novo teste nuclear, enquanto o Irã <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/05/25/AR2009052500770.html">rejeitou</a> a proposta de diálogo americana e ainda desafiou Obama para uma luta na lama, digo, um debate na ONU, transmitido ao vivo para o mundo&#8230;</p>
<p>(Há quem suspeite, aliás, que o teste nuclear na Coreia foi de uma bomba iraniana, os coreanos tendo apenas fornecido o espaço.)</p>
<p>Enquanto os próprios <span style="font-style: italic;">experts</span> da hora admitem que a política externa de Obama baseada no &#8220;diálogo&#8221; falhou <a href="http://www.firstthings.com/blog/5/2009/05/the-obama-foreign-policy-flakes-apart-1243219435">miseravelmente</a>, eles afirmam - acredite se quiser! - que a culpa é dos EUA por não terem oferecido suficientes incentivos, e não terem reduzido ainda sua capacidade nuclear. Segundo esses idiotas, foi correto Obama ter abaixado as calças, o que faltou foi rebolar. (Se ele rebolasse, é claro que norte-coreanos e iranianos se convenceriam de suas boas intenções e parariam de se armar.)</p>
<p>Por que será que, para esses pacifistas de plantão, é tão difícil entender algo que qualquer garoto aprende no jardim de infância? É como se recomendassem que o melhor jeito de se livrar de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying" target="_blank"><span style="font-style: italic;">bullies</span></a> é dar-lhes todo o dinheiro da merenda e ainda prometer mais se eles se comportarem bem. Alguma vez isso funcionou?</p>
<p>As consequências, a partir de agora, são imprevisíveis. Ao contrário do sonhado desarmamento nuclear, o que deve ocorrer é uma corrida desesperada por bombas nucleares. O Japão, que já tem o <span style="font-style: italic;">know-how</span> e seria a primeira vítima da Coreia do Norte, poderá ter a sua em poucos meses. A Arábia Saudita, o Egito e outros países árabes tampouco vão querer ficar à mercê do Irã e devem se armar. Sim, Israel poderia atacar as instalações do Irã antes disso, mas o tempo é brevíssimo, e a administração obamiana já se afirmou contrária a qualquer ação militar: poderia acabar com o &#8220;diálogo&#8221;, você entende&#8230;</p>
<p>O fato é que o mundo está por mudar radicalmente - para pior. Mas Obama e os pacifistas cantam:<br />
<span style="font-style: italic;"><br />
</span><em>It&#8217;s the end of the world as we know it, but I feel fine&#8230; </em></p>
<p>Via <a href="http://blogdomrx.blogspot.com/2009/05/bosta-e-o-ventilador.html" target="_blank">Blog do Mr. X</a><span style="font-style: italic;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-style: italic;">Imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/areasonableman/3022115757/" target="_blank">Fonte</a>.<br />
</span></p>
<img src="http://www.mondopost.com.br/?ak_action=api_record_view&id=685&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Coreia do Norte faz 2º teste nuclear e lança mísseis</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/05/25/coreia-do-norte-faz-2%c2%ba-teste-nuclear-e-lanca-misseis/</link>
		<comments>http://www.mondopost.com.br/2009/05/25/coreia-do-norte-faz-2%c2%ba-teste-nuclear-e-lanca-misseis/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 14:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Marquine</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Coreia do Norte / Sul]]></category>

		<category><![CDATA[Militarismo]]></category>

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		<category><![CDATA[Míssil]]></category>

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A Coreia do Norte anunciou nesta segunda-feira, 25, que realizou com sucesso um teste nuclear subterrâneo semanas depois de ameaçar restabelecer seu programa atômico. A Agência de Notícias Central Coreana, órgão estatal, disse que o teste faz &#8220;parte das medidas para sua linha de autodefesa nuclear&#8221;. Também foram testados dois mísseis de curto alcance, informou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/nuc.jpg" alt="" width="540" height="195" /></p>
<p>A Coreia do Norte anunciou nesta segunda-feira, 25, que realizou com sucesso um teste nuclear subterrâneo semanas depois de ameaçar restabelecer seu programa atômico. A Agência de Notícias Central Coreana, órgão estatal, disse que o teste faz &#8220;parte das medidas para sua linha de autodefesa nuclear&#8221;. Também foram testados dois mísseis de curto alcance, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap. Inicialmente, a agência havia informado que a Coreia do Norte havia testado um míssil terra-ar, com alcance de 130 km. Posteriormente, citando fontes, a Yonhap disse que foram disparados três mísseis.</p>
<p>O presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, convocou uma reunião de emergência da área de segurança, depois de formar uma &#8220;equipe de gerenciamento de crise&#8221;, formada por militares de alta patente. Sismologistas dos EUA, da Coreia do Sul e do Japão registraram um terremoto na área nordeste da península coreana, onde a Coreia do Norte realizou um teste nuclear em 2006. Segundo a Pesquisa Geológica dos EUA, foi registrado um terremoto de 4,7 graus na escala Richter às 9h54, hora local (21h54 de Brasília). O terremoto, medido numa profundidade de 10 km abaixo da superfície, ocorreu 70 km a noroeste da cidade de Kimchaek.</p>
<p>A Agência Meteorológica do Japão também disse ter detectado atividade sísmica na manhã desta segunda-feira, afirmando que teste nuclear realizado pela Coreia do Norte foi quatro vezes mais potente do que o primeiro, feito em 2006. Em Seul, o Instituto de Geociências e Recursos Minerais da Coreia registrou um terremoto de 4,5 graus em Kilju, na província de Hamgyong Norte, na Coreia do Norte. O país já havia realizado um teste nuclear em outubro de 2006 em Kilju, o que provocou sanções das Nações Unidas e levou cinco países a negociar com o governo norte-coreano um acordo de desarmamento em troca de ajuda.</p>
<p>Um porta-voz dos Chefes Adjuntos do Estado-Maior da Coreia do Sul informou que as tropas do país foram colocadas em alerta intensificado e que &#8220;estão monitorando de perto a movimentação das tropas da Coreia do Norte&#8221;. O porta-voz acrescentou que Seul ainda não havia confirmado oficialmente o teste, embora ele seja &#8220;altamente possível&#8221;. O ministro da Defesa, Lee Sang-hee, cancelou uma viagem de três dias à China.</p>
<p>Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, a força da explosão foi de 10 a 20 quilotons, muito mais forte do que a do teste de 2006, que não chegou a um quiloton. Um quiloton é equivalente a mil toneladas de explosivos.</p>
<p>O regime lançou dois novos mísseis de curto alcance em uma tentativa de dissuadir aviões espiões americanos, informou a agência Yonhap. Fontes governamentais sul-coreanas disseram que os dois projéteis foram lançados da costa de Wonsan, próxima à zona onde aconteceu o teste nuclear subterrâneo e de onde foi disparado pouco depois um primeiro projétil terra-ar.</p>
<p>Segundo a Yonhap, os últimos lançamentos norte-coreanos podem estar dirigidos a dissuadir movimentos de aviões espiões dos EUA em busca de informação sobre o teste nuclear. Algumas aeronaves espiãs tinham sobrevoado recentemente o lugar onde o regime parece ter realizado seu segundo teste nuclear.</p>
<p><strong>Resposta americana</strong></p>
<p>O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, qualificou de &#8220;ameaça à paz e à segurança internacionais&#8221; o novo teste nuclear, seguido da prova com um míssil. Em comunicado, o presidente americano argumentou que &#8220;o perigo que as atividades ameaçantes da Coreia do Norte representam merecem uma ação (de resposta) por parte da comunidade internacional&#8221;.</p>
<p>Obama sustentou que o desafio ao Conselho de Segurança da ONU significa que a Coreia do Norte está enfrentando direta e temerariamente a comunidade internacional. Acrescentou que o comportamento da Coreia do Norte aumenta as tensões e solapa a estabilidade no nordeste da Ásia e que &#8220;tais provocações servirão apenas para aprofundar o isolamento de Pyongyang&#8221;.</p>
<p>Após assegurar que as tentativas da Coreia do Norte de desenvolver armas nucleares, além de seu programa de mísseis balísticos, constituem uma ameaça para a paz e a segurança internacionais, Obama advertiu que os EUA estão consultando com outras nações as medidas a adotar contra Pyongyang. &#8220;O perigo que representam as atividades ameaçadoras da Coreia do Norte merecem uma resposta por parte da comunidade internacional. Estivemos colaborando e continuaremos colaborando nos próximos dias com nossos aliados e parceiros nas conversas de seis lados, além de com os outros membros do Conselho de Segurança da ONU&#8221;, afirmou Obama.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,coreia-do-norte-faz-2-teste-nuclear-e-lanca-misseis,376426,0.htm">Estadão</a>.</p>
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		<title>Irã anuncia lançamento de míssil com alcance suficiente para atingir Israel</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 18:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrique Villalobos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Militarismo]]></category>

		<category><![CDATA[Ásia-Pacífico]]></category>

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		<category><![CDATA[Mahmoud Ahmadinejad]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Irã lançou com sucesso um míssil terra-terra com alcance de cerca de 2.000 km nesta quarta-feira (20), anunciou o presidente Mahmoud Ahmadinejad, citado pela agência de notícias oficial do país, Irna.
&#8220;O míssil Sejil 2, que possui uma avançada tecnologia, foi lançado hoje&#8230; e caiu exatamente no alvo&#8220;, disse Ahmadinejad durante uma visita à província [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/missil.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-590" title="missil" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/missil.jpg" alt="missil" width="540" height="195" /></a></p>
<p>O Irã lançou com sucesso um míssil terra-terra com alcance de cerca de 2.000 km nesta quarta-feira (20), anunciou o presidente <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahmoud_Ahmadinejad" target="_blank">Mahmoud Ahmadinejad</a>, citado pela agência de notícias oficial do país, Irna.</p>
<p>&#8220;<em>O míssil Sejil 2, que possui uma avançada tecnologia, foi lançado hoje&#8230; e caiu exatamente no alvo</em>&#8220;, disse Ahmadinejad durante uma visita à província de Semnan, norte do país, que a Irna informou ter sido o local do lançamento.</p>
<div id="attachment_587" class="wp-caption alignnone" style="width: 492px"><a href="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/020815645-fmm00.jpg"><img class="size-full wp-image-587" title="missil" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/05/020815645-fmm00.jpg" alt="020815645-fmm00" width="482" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem da TV iraniana de língua árabe al-Alam mostra o que seria o lançamento do foguete. (Foto: AFP)</p></div>
<p>Um alcance de 2.000 km seria quase tão longo quanto o de outro míssil iraniano, Shahab 3, e o suficiente para atingir Israel e bases dos Estados Unidos no Golfo Pérsico.</p>
<p>O anúncio deve aumentar as preocupações no Ocidente sobre as ambições militares do Irã. Os Estados Unidos e seus aliados suspeitam que a república islâmica esteja tentando fabricar armas nucleares. Teerã nega a acusação.</p>
<p>O Irã informou em novembro ter testado um míssil Sejil, descrevendo-o como uma nova geração de mísseis terra-terra (lançados da terra contra alvos em terra ou no mar). Teerã disse estar pronta para se defender contra qualquer agressor.</p>
<p>Washington disse na época que o teste destacou a necessidade de um sistema de defesa de mísseis que os norte-americanos pretendem instalar na Polônia e na República Tcheca para conter ameaças do que classificam de &#8220;<strong>Estados nocivos</strong>&#8220;.</p>
<p><span class="adr"><span class="locality">Da <a href="http://www.reuters.com/" target="_blank">Reuters</a>, em Teerã. Via <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1160698-5602,00-IRA+ANUNCIA+LANCAMENTO+DE+MISSIL+COM+ALCANCE+SUFICIENTE+PARA+ATINGIR+ISRAEL.html" target="_blank">G1</a>.<br />
</span></span></p>
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