Agora ferrou de vez. A Coreia do Norte realizou um novo teste nuclear, enquanto o Irã rejeitou a proposta de diálogo americana e ainda desafiou Obama para uma luta na lama, digo, um debate na ONU, transmitido ao vivo para o mundo…
(Há quem suspeite, aliás, que o teste nuclear na Coreia foi de uma bomba iraniana, os coreanos tendo apenas fornecido o espaço.)
Enquanto os próprios experts da hora admitem que a política externa de Obama baseada no “diálogo” falhou miseravelmente, eles afirmam - acredite se quiser! - que a culpa é dos EUA por não terem oferecido suficientes incentivos, e não terem reduzido ainda sua capacidade nuclear. Segundo esses idiotas, foi correto Obama ter abaixado as calças, o que faltou foi rebolar. (Se ele rebolasse, é claro que norte-coreanos e iranianos se convenceriam de suas boas intenções e parariam de se armar.)
Por que será que, para esses pacifistas de plantão, é tão difícil entender algo que qualquer garoto aprende no jardim de infância? É como se recomendassem que o melhor jeito de se livrar de bullies é dar-lhes todo o dinheiro da merenda e ainda prometer mais se eles se comportarem bem. Alguma vez isso funcionou?
As consequências, a partir de agora, são imprevisíveis. Ao contrário do sonhado desarmamento nuclear, o que deve ocorrer é uma corrida desesperada por bombas nucleares. O Japão, que já tem o know-how e seria a primeira vítima da Coreia do Norte, poderá ter a sua em poucos meses. A Arábia Saudita, o Egito e outros países árabes tampouco vão querer ficar à mercê do Irã e devem se armar. Sim, Israel poderia atacar as instalações do Irã antes disso, mas o tempo é brevíssimo, e a administração obamiana já se afirmou contrária a qualquer ação militar: poderia acabar com o “diálogo”, você entende…
O fato é que o mundo está por mudar radicalmente - para pior. Mas Obama e os pacifistas cantam:
It’s the end of the world as we know it, but I feel fine…
Via Blog do Mr. X
Imagem: Fonte.



















seg, 25 mai, 2009
América do Norte, Artigos / Opinião, Coreia do Norte / Sul, Militarismo, Ásia-Pacífico